Convite ao CEB
6 06UTC Outubro 06UTC 2009
Com apoio de alguns CA’s (centro acadêmicos), o DAPAS e o coletivo Sonhos convocam um CEB (Conselho de Entidades de Base – CA’s e DA’s) da Unifor que acontecerá no dia 8/10 (quinta-feira) às 19h na sede do DCE (perto do ginásio).
O objetivo é de que os estudantes usufruam de seus espaços de direito de forma legítima usando a burocracia como ferramenta.
De acordo com o estatuto do DCE, o CEB é uma representação máxima estando acima da diretoria em que todo estudante tem voz e os CA’s e DA’s voto.
É uma boa oportunidade de se manifestar, conhecer e acompanhar os que fazem movimento estudantil na universidade.
As pautas são:
- Eleições DCE.
- Prestação de Contas DCE.
- Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão.
- Outras.
Entry Filed under: Sem-categoria. .
1 Comment Add your own
Leave a Comment
Some HTML allowed:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>
Trackback this post | Subscribe to the comments via RSS Feed








1.
julio santos | 24 24UTC Outubro 24UTC 2009 at 14:00
Por favor repassem para todos urgente!!!
Vejam o quanto os deputados brasileiros são fracos
e o quanto são os senadores que mandam no País,
e não se esqueçam disso na próxima vez que forem
votar para deputado!!!
E aí ainda “confia” nos médicos???
Por favor não tiremos do paciente o direito
de escolher com quem quer se tratar…não
deixem que esse ato fascista dos médicos
contrarie o direito individual de podermos escolher
livremente qual o tratamento que desejamos para nós,
par nossos filhos…
Notícia urgente: médicos tiram a máscara e
mostram que são realmente perversos!
O canalha deputado-médico Eleuses Paiva (DEM-SP) demagogicamente afirma que “o assunto já foi muito discutido e não acredito em grandes mudanças no texto!!!.”Reitera ele autoritariamente que: “Não adianta a gente tentar fazer distorções de fatos. Quando você tem um problema cardíaco, quem você procura? Então não adianta a gente tentar fazer algumas discussões. Eu acho um equívoco criar terminologias que não existem na área de saúde como ‘diagnóstico nosológico médico’.
OU seja, ñunca vão abrir mão que só a eles pertence o mercado e que só eles poderão tratar pessoas…
e que só o médico pode oferecer tratamento!
O ATO MÉDICO FOI APROVADO!
Mesmo depois de ter recebido 60 emendas
na câmara dos deputados o projeto passou
sem em nada alterar quanto a o quesito
da prescrição terapêutica: no atual substitutivo
7703/2006a prescrição terapêutica é atualmente
de exclusividade dos médicos.
As 60 emendas propostas não foram aprovadas e por isso
o ato médico foi aprovado contra todas as outras profissões
da saúde e mantendo seu carácter coorporativista, fazendo
reserva de mercado!
Esse projeto simplesmente acaba com a autonomia das outras profissões que
passam desde já a só poder atender se receberem autorização
de um médico.AO projeto acaba também com o direito individual
do paciente em poder escolher com quem ele quer se tratar pois
é só mente o médico que detém por decreto o diretio de autorizar
que tipo de tratamento o paciente poderá fazer.
Agora o projeto volta para o senado e lá poderá ser:ou aprovado
sem alterações;ou vetado:ou propostas alterações.
Se o senado rejeita-lo ele termina e é arquivado.Se o senado propor
alterações ele volta denovo para a câmara dos deputados;se o senado
o aprova sem alterações ele seguirá para ser sancionado pelo
presidente!
Fale com todos, com todos os nossos colegas, de todas as profissões!
Cobrem atitude de seus conselhos de classe, de seus sindicatos
que estão lá recebendo para nos defender e não só para
ficarem nos mandando aquelas revistinhas!!!
Olhem que, por exemplo, no site do conselho federal de psicologia,
nem e-mail de contato consigo mandar para eles pois
nem isso tem no site!
Cobrem atitude!!!
Importante: percebam que já a própria imprensa reconhece que
sim só os médicos poderão tratar e oferecer tratamento leiam
a matéria veículada abaixo:
Ato médico é aprovado na Câmara
Projeto regulamenta o exercício da atividade e restringe procedimentos feitos por profissionais de outras áreas
DO ESTADÃO
A Câmara dos Deputados aprovou ontem projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina e aponta procedimentos privativos dos médicos, o chamado ato médico. A proposta restringe a possibilidade de outros profissionais, como fisioterapeutas e nutricionistas, entre outros, de fazer diagnósticos e oferecer tratamento.
Um dos pontos que devem gerar mais discussão é o que restringe a médicos “a invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo para injeção” e outros procedimentos.
Uma das interpretações é que esse artigo fará com que procedimentos como acupuntura, praticados por profissionais de diversas profissões que fazem cursos de especialização na área, fiquem restritos apenas a médicos formados.
O projeto de lei ainda dá aos médicos a prerrogativa de apenas eles formularem diagnósticos sobre doenças e prescrição de medicamentos, indicação de cirurgias, execução de procedimentos invasivos – mesmo os estéticos.
Se a lei for aprovada, ações como intubação, emissão de laudos de exames de imagem, prescrição de próteses e órteses, realização de perícias e atestados de óbitos ficariam restritas aos médicos.
Dentistas estão excluídos das restrições, podendo realizar os mesmos procedimentos dentro da sua área de atuação.
Risco de morte
Outros profissionais, como fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos e enfermeiros, tiveram garantidas na lei o acesso a procedimentos como aplicação de injeções, coleta de material biológico, realização de alguns tipos de exames, curativos e, especialmente, atendimento à pessoa sob risco de morte iminente.
A preocupação dos deputados foi não permitir que pessoas que façam atendimentos de primeiros socorros sejam penalizadas por atendimento emergencial.
A lei deve voltar ao Senado antes da aprovação definitiva, já que sofreu diversas alterações ao longo da tramitação na Câmara dos Deputados.
Ainda assim, apesar de ser mais detalhada e um pouco mais restrita que a proposta original dos médicos – não só mais ampla, mas aberta a interpretações variadas quando usava, por exemplo, como definição de ato médico todos os procedimentos de “prevenção primária, secundária e terciária” -, a proposta deve gerar várias contestações judiciais de outras áreas da saúde