
Sala da videoteca foi lotada de alunos e professores, muitos improvisaram seus lugares no chão, o que todos queriam era participar. Uma histeria acontecia no termino de cada curta, mas a concentração voltava logo no começo de outro.
Abrindo a Mostra tivemos a interessante animação Solidão Sem Fim.
Com o processo de desenvolvimento de câmeras caseiras e sua grande popularidade o curta A Curva nos coloca em questão: o que fazer com essa possibilidade de concepção da imagem tão acessível? Serve para registrar o real? A maioria das pessoas que possuem equipamentos deste tipo deseja o registro de si e do mundo em tempo real.
(A curva)Um dos destaques foi Maria Baderna No Brasil com seu senso crítico e de humor simultaneamente sarcástico e pastelão com uma criatividade e experimentação de linguagem.

Quem foi comentar o filme que tinha passado e não se concentrou, perdeu o Life Is Coming que leva a uma reflexão urbana:
Em Cavalheiros mostrou uma “atuação” de dois cavalheiros no banheiro:
Um dos mais comentados dos dez curtas que foram exibidos foi Vulgo Sacopã que intrigou a galera.
No final com as pessoas saindo se ouvia os comentários e discussões, cada um com seus amores e ódios, vídeos que fizeram pensar. Um sucesso.










